O que os pais pensam
“Aprendi que ser mãe é a profissão mais importante, estimulante, criativa e prazerosa do mundo. Aprendi que um bebê inteligente é um bebê feliz”.
Nancy Maurer
“O curso melhorou meu relacionamento com meu filho e com meu marido”.
Janaína
"Comecei com os cursos na AeD quando o Arthur era bebê e consegui fazer em casa muitos exercícios, entre os quais mostrar bits de matemática. Foi uma grande surpresa, quando um dia em dezembro, tínhamos nozes em casa, e brincando coloquei no chão dois montes de nozes: um com 7 e outro com 8, e ele soube identificar de forma instantânea, em qual tinha mais.Sandra Sakakibara-Bordin
"O pediatra do Christian, meu filho, ficou bastante impressionado quando o viu concentrado montando um quebra-cabeça de blocos. Na época, o Christian tinha 1 ano e 3 meses e de acordo com o pediatra aquela habilidade era de criança de 3 anos, que o Christian era inteligente e estava adiantado para a idade!Tina
Aplico as técnicas de estímulos que aprendi no curso para bebês da AeD desde que meu filho tinha 2 meses e meio, e vejo que estão ajudando muito no seu desenvolvimento."
“Achei o curso ótimo, muito interessante e bem explicado. Agradeço, adoramos.”Mariana
Na parte motora, fizemos muito os exercícios de balanço, engatinhar, rolar, de bola, de girá-lo em voltas. Hoje, com 3 anos, o Arthur tem muita segurança nos movimentos, alegria e vontade de aprender: Não sente medo, gosta de esportes, do mar, sabe se equilibrar em cima de uma prancha, e começa a pegar as primeiras ondas com muita segurança.Sandra Sakakibara-Bordin
"Há um dito popular que diz "quem faz o que gosta nunca vai precisar trabalhar na vida". A Julia da Escola AeD faz isso. Ela acredita no que ensina. Termina aí?
Vamos aos fatos. No primeiro contato com a escola AeD, nossa filha Gabriela tinha menos de 3 meses de vida. Ouvimos um punhado de coisas que, se pensássemos apenas com o coração , não teríamos nem ido à segunda aula do Curso AeD para bebês pequenos.
Recomendado, lemos o livro do Glenn Doman (Como Multiplicar a Inteligência de Seu Bebê) e as dúvidas aumentaram ainda mais: criança deve brincar ou aprender? Será que o bebê se diverte fazendo exercícios motores, ouvindo Bach, vendo Van Gogh, "lendo" palavras ou "contando" bolas vermelhas, se poucos são os adultos que apreciam isso tudo? Será que "au-au" tem que ser, por exemplo, um Yorkshire terrier, originário da Grã-Bretanha...Não estaria a Gabriela pulando etapas de seu aprendizado natural?
Optamos por nos arrepender pelo que faríamos e não por ter deixado de fazer. Seguimos aplicando o que aprendíamos na AeD.
Cerca de 5 meses depois do primeiro curso na AeD, levamos a Gabriela a um aula-demonstração de uma outra escola e não pudemos deixar de comparar: Com seus 8 meses, ela se destacava na coordenação motora, equilíbrio e inteligência visual .
Um dia, próximo ao seu primeiro ano de vida, eu estava dando banho na Gabriela. Da sala vinha o som de Bach, e eu disse: "ouça, está tocando Mozart ". A Gabriela, brincando com a espuma na água disse: "Bach". Eu insisti: "é Mozart", e ela: "Bach". Fiquei na dúvida, porque ela ainda não pronunciava corretamente Mozart e pensei: "Bach é mais fácil de falar". Fui verificar e era mesmo Bach (Tocata e fuga em ré menor, BWV 565). Então troquei por Tchaikovsky e voltei para o banheiro e ela sorrindo disse: "Totóski".
Com 1 ano e 9 meses em uma grande livraria de São Paulo, 10:30 hs da manhã, no setor de eletrônicos, havia um grande show-room de TV's. A Gabriela me puxou pela mão para o fundo, onde haviam uns 10 DVD's passando um show musical. De repente, observei-a em pé, com as mãozinhas para trás, no meio do salão vazio, assistindo um Jazz interpretado por Diana Krall. Isso só foi interrompido 15 minutos depois quando percebi vários adultos atrás admirando sua concentração. Nesse mesmo dia, no setor de livros, havia um encarte com um bela pintura. A Gabriela gritou rindo e feliz da vida "mamãe, Van Gogh", provocando risos e admiração de quem estava por aí porque era mesmo a pintura "Os girassóis de Van Gogh".
Hoje a Gabriela tem 2 anos é elogiada nas suas atitudes, na determinação e na concentração. Dizem os que a conhecem, que ela é um achado, perspicaz, inteligente e independente.
Como mãe, orgulhosa, só me resta uma dúvida: não sei se ela aprende brincando ou brinca aprendendo.
Por sua determinação, o que ela escolher fazer de sua vida profissional e afetiva, certamente fará bem feito e possivelmente fará do trabalho um prazer e diversão. Será um adulto feliz."
Claudia Berto

