“Sucesso cria motivação, que cria mais sucesso”

Uma janela de oportunidade única.

Quanto mais jovem o cérebro, mais maleável ele é. O cérebro de um bebê se forma a partir dos estímulos que ele recebe. O feto responde a partir do quinto mês de gestação. Isso significa que o aprendizado começa já nesta fase. É quando o bebê aprende de forma mais rápida, prazerosa e sem esforço. Em nenhuma outra fase da vida ele terá essa facilidade. Poderá dominar uma segunda língua, música, leitura e matemática com maestria e muito prazer. 

Bebês gostam muito de aprender

Os bebês gostam de aprender porque para eles é um instinto de sobrevivência. Eles precisam de tempo para explorar o mundo, pegar objetos, perceberem as leis da natureza. Por isso colocam as coisas na boca, jogam no chão, para irem com seus sentidos aprendendo sobre as coisas que os rodeiam.

Por que aprender cedo é tão importante?
Porque os primeiros anos de vida são a base neurológica e de desenvolvimento das inteligências na adolescência e fase adulta.

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Como funciona o cérebro?

A partir da concepção os neurônios se multiplicam mais rapidamente do que as outras células do bebê. Este crescimento continua: no nascimento o cérebro pesa 25%, com 1 ano 50% do peso do adulto, com 2 anos 75% e com 3 anos 90%. O cérebro tem 100 bilhões de neurônios, sendo formados nos primeiros meses, um neurônio é conectado a 5.000 outros.

Quanto mais dendritos e sinapses (conexões neurológicas) o cérebro tem, maior é a capacidade de processamento, mais “pathways” são formados. Isto significa que a informação pode “viajar” de várias formas, abrindo as portas para pensamentos mais rápidos e complexos.

O seu bebê tem mais sinapses do que você, mas porque o cérebro ainda não chegou na fase de deletar conexões sem uso para alavancar a organização e eficiência. Os cérebros dos bebês têm um alto índice de plasticidade e, portanto, são esculpidos pelos estímulos ou ambientes onde são educados.

Testes científicos mostram que o cérebro é modelado dentro de períodos críticos, janelas de oportunidade, onde a estimulação precisa acontecer ou o desenvolvimento da função pode ser perdido. Nada é pior para o cérebro do bebê do que deficiência de estimulação. Pelo contrário, estimulação infantil produz uma “rede de circuitos neurológicos” mais eficiente que a média.

Em um estudo com filhotes de rato, um grupo foi colocado em um ambiente com obstáculos e outro em um ambiente sem estímulos. Após 3 meses, foi constatado que, no grupo com estímulos, o córtex cerebral era mais pesado (memória e percepção) e havia mais conexões através dos dendritos. O mesmo princípio aplica-se no desenvolvimento cerebral dos bebês.

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