Comecei com os cursos na AeD quando o Arthur tinha meses, era agosto, e consegui fazer em casa muitos exercícios, entre os quais mostrar bits de matemática. Foi uma grande surpresa, quando um dia em dezembro, tínhamos nozes em casa, e brincando coloquei no chão dois montes de nozes: um com 7 e outro com 8, e ele soube identificar de forma instantânea, em qual tinha mais; nesta época ele tinha apenas um ano.
Estímulos que faço sempre são de leitura desde que ele tinha seis meses: sentava-o no meu colo, e lia para ele. Hoje o Arthur adora os livros, tem uma estante com vários livros que gosta de manusear, identifica muitas palavras, sabe escolher os livros e fala corretamente. Outro dia pediu para que lhe ensinasse a ler sozinho. Foi uma grata surpresa.
Na parte motora, fizemos muito os exercícios de balanço, engatinhar, rolar, de bola, de girá-lo em voltas. Hoje, com 3 anos, o Arthur tem muita segurança nos movimentos, alegria e vontade de aprender: Não sente medo, gosta de esportes, do mar, sabe se equilibrar em cima de uma prancha, e começa a pegar as primeiras ondas com muita segurança.
Acho o Arthur uma criança feliz, segura, independente, com vontade de descobrir tudo, com prazer de aprender. Penso que isso é reflexo de como promovemos a estimulação nele: música, degustação, olfato, massagens e banhos mornos com muito carinho. Desde muito pequeno vai à feira comigo, gosta de pegar as frutas, cheirá-las e comê-las. Para ele tudo é um grande aprendizado fascinante: ele aprende rápido, responde rápido e isso é fascinante.
Isso tudo aprendemos nos cursos e tenho certeza que conhecer a AeD fez toda a diferença nas nossas vidas.
Sandra Sakakibara-Bordin
Há um dito popular que diz "quem faz o que gosta nunca vai precisar trabalhar na vida". A Julia da Escola AeD faz isso. Ela acredita no que ensina. Termina aí?
Vamos aos fatos. No primeiro contato com a escola AeD, nossa filha Gabriela tinha menos de 3 meses de vida. Ouvimos um punhado de coisas que, se pensássemos apenas com o coração , não teríamos nem ido à segunda aula do Curso AeD para bebês pequenos.
Recomendado, lemos o livro do Glenn Doman (Como Multiplicar a Inteligência de Seu Bebê) e as dúvidas aumentaram ainda mais: criança deve brincar ou aprender? Será que o bebê se diverte fazendo exercícios motores, ouvindo Bach, vendo Van Gogh, "lendo" palavras ou "contando" bolas vermelhas, se poucos são os adultos que apreciam isso tudo? Será que "au-au" tem que ser, por exemplo, um Yorkshire terrier, originário da Grã-Bretanha...Não estaria a Gabriela pulando etapas de seu aprendizado natural?
Optamos por nos arrepender pelo que faríamos e não por ter deixado de fazer. Seguimos aplicando o que aprendíamos na AeD.
Cerca de 5 meses depois do primeiro curso na AeD, levamos a Gabriela a um aula-demonstração de uma outra escola e não pudemos deixar de comparar: Com seus 8 meses, ela se destacava na coordenação motora, equilíbrio e inteligência visual .
Um dia, próximo ao seu primeiro ano de vida, eu estava dando banho na Gabriela. Da sala vinha o som de Bach, e eu disse: "ouça, está tocando Mozart ". A Gabriela, brincando com a espuma na água disse: "Bach". Eu insisti: "é Mozart", e ela: "Bach". Fiquei na dúvida, porque ela ainda não pronunciava corretamente Mozart e pensei: "Bach é mais fácil de falar". Fui verificar e era mesmo Bach (Tocata e fuga em ré menor, BWV 565). Então troquei por Tchaikovsky e voltei para o banheiro e ela sorrindo disse: "Totóski".
Com 1 ano e 9 meses em uma grande livraria de São Paulo, 10:30 hs da manhã, no setor de eletrônicos, havia um grande show-room de TV's. A Gabriela me puxou pela mão para o fundo, onde haviam uns 10 DVD's passando um show musical. De repente, observei-a em pé, com as mãozinhas para trás, no meio do salão vazio, assistindo um Jazz interpretado por Diana Krall. Isso só foi interrompido 15 minutos depois quando percebi vários adultos atrás admirando sua concentração. Nesse mesmo dia, no setor de livros, havia um encarte com um bela pintura. A Gabriela gritou rindo e feliz da vida "mamãe, Van Gogh", provocando risos e admiração de quem estava por aí porque era mesmo a pintura "Os girassóis de Van Gogh".
Hoje a Gabriela tem 2 anos é elogiada nas suas atitudes, na determinação e na concentração. Dizem os que a conhecem, que ela é um achado, perspicaz, inteligente e independente.
Como mãe, orgulhosa, só me resta uma dúvida: não sei se ela aprende brincando ou brinca aprendendo.
Por sua determinação, o que ela escolher fazer de sua vida profissional e afetiva, certamente fará bem feito e possivelmente fará do trabalho um prazer e diversão. Será um adulto feliz.
Claudia Berto
Senti que nosso filho Thiago teve uma evolução extraordinária com a aplicação dos exercícios que aprendi no Curso AeD Bebês Pequenos, principalmente na parte motora: no dia em que completou 6 meses, engatinhou por toda a sala.
Também com 6 meses e meio já ficava pendurado em uma barra sozinho por 8 segundos e hoje com 8 meses empurra uma cadeira para andar sozinho.
Quando passa da hora de fazermos os exercícios com ele, fica irritado porque adora.
Está ágil, esperto, porém tranqüilo.
Quando fazemos os exercícios, meu marido e eu fazemos com amor, mostramos que nós três nos amamos muito, e queremos o melhor para ele.
Janaína
O pediatra do Christian, meu filho, ficou bastante impressionado quando o viu concentrado montando um quebra-cabeça de blocos. Na época, o Christian tinha 1 ano e 3 meses e de acordo com o pediatra aquela habilidade era de criança de 3 anos, que o Christian era inteligente e estava adiantado para a idade!
Aplico as técnicas de estímulos que aprendi no curso para bebês da AeD desde que meu filho tinha 2 meses e meio, e vejo que estão ajudando muito no seu desenvolvimento.
Tina